sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
FEIRA DO LIVRO CHEGA AO FIM...COM BALANÇO POSITIVO
Terminou na passada sexta feira a já tradicional Feira do Livro da Marinha. Este ano a feira contou com a visita de todas as escolas do primeiro ciclo do agrupamento Domingos Capela, num total de cerca de 400 alunos, que desde o dia 28 de novembro até ao dia 2 de dezembro tiveram oportunidade de ver os mais recentes e variados livros infanto/juvenis para as diversas faixas etárias.
No que diz respeito à feira existiu a preocupação de encomendar livros actualizados e adaptados a todas as idades, com uma tabela de preços diversificada e muito acessível o que acabou por ser uma grande ajuda para os alunos conseguirem os seus desejos. Ao longo da feira constatou-se maior entusiasmo e interesse pelos livros e pela leitura dos mesmos em relação ao ano anterior o que deixa satisfeito todos os intervenientes responsáveis pelo processo de ensino aprendizagem. Verificou-se um que o nível cultural e o interesse pela leitura aumentou na comunidade do primeiro ciclo. Para o ano há mais! Boas leituras!!
O Agrupamento Domingos Capela/Escola da Marinha aproveita para agradecer à Texto Editora e à Livraria ABC todo o apoio logístico que deu à feira da Marinha.
O Agrupamento Domingos Capela/Escola da Marinha aproveita para agradecer à Texto Editora e à Livraria ABC todo o apoio logístico que deu à feira da Marinha.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Escritora Ana Caroline Soares inicia visitas às escolas do 1º ciclo...Um exemplo de vida...
Foi na pele de contadora de histórias para crianças que encontrou a sua vocação. Agarrou a inspiração que lhe assalta regularmente e desta vez, resolveu mostrá-la ao mundo. E nasceu “ Joquinha na cidade do miau”. Um livro para crianças e adultos que conta a história de um gato especial. Um gato que se desloca numa cadeira de rodas, tal e qual como a autora do livro. Carol Soares é licenciada em Comunicação Social, vive em Espinho e é tetraplégica. A vida trocou-lhe os planos, mas ela adaptou-se e confessa que o livro que publicou é o reflexo dessa mudança que lhe transformou a vida.
“ Este livro é o reflexo da minha própria história e pretende mostrar à sociedade que os deficientes são úteis, tal e qual, como o gato protagonista do livro que, apesar de ficar numa cadeira de rodas, continua a trabalhar e a ser respeitado” – diz a escritora, de 33 anos. Carol Soares sofreu um acidente de viação aos 24 anos que lhe empurrou para uma cadeira de rodas. Há muito tempo que se habituou à ideia e convive naturalmente com a sua incapacidade para se movimentar sozinha. “ Não me conformo com a descriminação da sociedade. Os deficientes não são inválidos, podem contribuir, e muito, para uma comunidade” – garante.
A prova está no livro que acaba de publicar e, para o qual, foram precisas muitas batalhas. “ Não foi fácil, mas sinto-me feliz por ter ultrapassado todas as dificuldades e por ver o meu livro publicado”. O sentimento, diz, é parecido com um acto de libertação com o qual prova que faz tudo como qualquer outra pessoa. Aliás, as histórias para crianças foram a sua principal atividade nos últimos anos. “ Trabalhei durante quatro anos, em regime de estágio sem remuneração, na Câmara Municipal de Espinho, fazendo a “ Hora do Conto” na Biblioteca Municipal. A falta de resposta da autarquia em termos da sua permanência remunerada levou-a a desistir da tarefa, mas não dos seus sonhos. “ É a escrever que me sinto bem e quem sabe se esse não será o meu futuro profissional”. A autora tem já preparada uma nova história que vai ser lançada já no próximo dia 17 de Dezembro na Junta de Freguesia de Espinho, e tem o nome de “ Joquinha” parte noutras aventuras e vai para a “ Nuvem da Mafalda”.
“ É no papel de contadora de histórias que melhor me sinto e, por isso, este livro e a possibilidade de o publicar foi a melhor coisa que me aconteceu”.
O acidente marca uma linha profunda na sua vida, mas isso nunca a impediu de lutar pelos sonhos e por uma profissão. “ Na altura custou muito confrontar-me com esta realidade, de nunca mais poder voltar a andar, mas tive que ganhar forças e hoje tenho a certeza de que sou tão capaz como qualquer outra pessoa”. As oportunidades custam, no entanto, a bater à porta. “ É, por isso, que o livro é tão especial para mim, porque o vejo como uma janela aberta para o mundo.”
Os objetivos estão agora bem mais definidos na sua mente. “ Quero divulgar o livro, apresentá-lo nas escolas e bibliotecas”. Por enquanto o livro está apenas à venda no portal da editora no endereço www.papiroeditora.com mas em breve, poderá ser adquirido nas livrarias da cidade de espinho.
O livro “ Joquinha na cidade do miau” foi apresentado na Biblioteca Municipal de Espinho. A Biblioteca estava cheia de gente e, para mim, isso foi muito gratificante”. A seu lado, contou com os familiares e amigos e com uma animação “ especial” concedida pela associação “ Passinhos de Dança”.
Ana Caroline inicia na próxima segunda-feira um conjunto de visitas às escolas do 1º ciclo do Agrupamento Domingos Capela. A sua primeira visita será à Escolas do Calvário, depois no dia 7 de Dezembro estará na Escola da Marinha para no dia 12 encher de magia a Escola da Bouça.
As restantes três escolas (Seara, Monte e Lomba) ficarão para Janeiro de 2012.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
UM AMIGO ESPECIAL!VALE A PENA LER...E TER AMIGOS!
O amigo que eu vou descrever tem 11 anos. Eu conheci-o no café Nice. A cara dele é oval, ele usa óculos e tem olhos castanhos. O cabelo é castanho liso e curto, também tem os dentes direitos e branquinhos. Além disso, é alto em estatura. Ele é especial: alegre, simpático, brincalhão, paciente, curioso, meigo, educado e risonho. Eu penso que ele tem uma personalidade forte porque apesar das dificuldades que tem consegue fazer tudo o que os outros meninos fazem. É um amigo muito especial e fixe!
Quem é?
Autor: Diogo Ferreira
Texto registado pelo Juliano Monteiro
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
MAIS PEQUENINOS NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ESPINHO....
As crianças do Jardim de Infância da Marinha visitaram a Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva no passado dia 17 de Novembro e tiveram oportunidade de conhecer todos os espaços da Biblioteca e adquirirem algumas regras fundamentais de funcionamento das mesmas.
No segundo período da manhã os alunos assitiram à Hora do Conto com a história da " Velha Cabacinha" e de seguida ilustraram a mesmo distribuidos pelo espaço da área infanto juvenil da biblioteca sob a orientação da técnica bibliotecária Fernanda e a educadora Emília Ribas.
Foi um momento de descontração em que os alunos poderam relaxar e entrar no mundo da imaginação...
Na próxima semana há mais...
O magusto da minha escola!
Vou falar sobre o magusto da minha escola…
No domingo, dia 13-11-201, realizou-se o magusto da minha escola na sede dos Leões Bairristas, porque estava a chover. Brinquei um pouco e depois fui comer, quando acabei de comer continuei a brincar com o Ricardo e a Rita. Mariana Folha – Turma M4 – 4.º ano
Eu quando cheguei lá joguei à roda tonta, matrecos e comi pão com chouriço.
Eu também vi uma banda de três músicos e três homens a assar castanhas que às vezes trocavam.
O que eu gostei mais foi de jogar matrecos e o que não gostei foi de ir embora porque a minha mãe veio chamar-me.
Eu gostava que todos os anos se fizesse um magusto na minha escola.
No domingo, dia 13-11-201, realizou-se o magusto da minha escola na sede dos Leões Bairristas, porque estava a chover. Brinquei um pouco e depois fui comer, quando acabei de comer continuei a brincar com o Ricardo e a Rita.
Vi três homens a cantar, que eram um grupo musical muito bom. Mas, do que eu gostei muito foi de comer castanhas. Foi pena não gostar de algumas músicas. Queria ter ouvido mais músicos, porque foram poucos. A surpresa foi o sorteio de rifas em que me saiu várias coisas como tapetes, louças, jogos…
Em conclusão, eu gostei muito do magusto da minha escola e queria voltar a repeti-lo.
Eu vou valar sobre o magusto da minha escola.
No dia 13 de Novembro às 14h00m houve o magusto da minha escola, nos leões bairristas.Eu quando cheguei lá joguei à roda tonta, matrecos e comi pão com chouriço.
Eu também vi uma banda de três músicos e três homens a assar castanhas que às vezes trocavam.
O que eu gostei mais foi de jogar matrecos e o que não gostei foi de ir embora porque a minha mãe veio chamar-me.
Eu gostava que todos os anos se fizesse um magusto na minha escola.
Rodrigo Gomes – Turma M4 – 4.º ano
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